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Sinopse

O maestro Denis Dumar ganhou mais um prêmio nas Victoires de la Musique Classique, evento anual de premiação de música clássica francesa. Logo em seguida, seu pai, François – um brilhante maestro de renome internacional – recebe um telefonema anunciando que foi escolhido para reger a orquestra do Teatro Scala de Milão. Sendo esse seu maior sonho, ambos vibram com a notícia. Porém, Denis rapidamente se desilude ao descobrir que, na verdade, ele é quem foi escolhido para ir à Milão, e não seu pai.

“É o tipo de comédia dramática da qual você sai no ritmo. Com elegância e know-how, o cineasta Bruno Chiche […] orquestrou a rivalidade entre pai e filho.” – Le Figaro

Bruno Chiche, diretor
Bruno Chiche iniciou sua carreira como assistente de direção com Pierre Granier-Deferre em Cours privé (1986); Laurent Heynemann em Les mois d’avril sont meurtriers (1987); Robert Enrico em De guerre lasse (1987) e Jacques Doillon em Comédia! (1987). Trabalhou ainda como assistente de produção em Un Week-end sur deux (1990). Em paralelo, realizou curta-metragens como Morphée (1985) com Michel Aumonte e Brasero (1989) com Yves Verhoeven e Eric Caravaca.

Dirigiu seu primeiro longa-metragem, a comédia Barnie et ses petites contrariétés, em 2001. Em seguida, optou por uma mudança de estilo ao lançar Hell (2006) e Je N’ai Rien Oublié (2010). Em 2017, dirigiu L’un Dans L’autre, que obteve grande sucesso. Além disso, ele consolidou sua carreira atuando como produtor em diversos filmes como Nos jours heureux (2006), de Eric Toledano e Olivier Nakache; e Une pure affaire (2011) de Alexandre Coffre.

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