Em O Homem que Vendeu Sua Pele (2020), a diretora Kaouther Ben Hania proporciona uma fábula contemporânea a respeito da objetificação das pessoas e da humanização das coisas.

A cineasta aproxima-se da filmografia de Xavier Dolan, David O. Russell e outros artistas para quem o prazer da mise en scène se encontra no embate, e quanto mais choque, melhor.

Fonte: Bruno Carmelo – Papo de Cinema Em termos de gênero, Meu Fim. Seu Começo (2019) se inscreve na tragédia. O filme parte da morte brutal durante um assalto, interrompendo a história de amor entre dois jovens, para chegar a uma criança com leucemia, outro casal se separando e um professor universitário com graves crises […]

Quem diria que um filme iniciado com material de arquivo, de textura envelhecida em preto e branco, terminaria numa jornada adolescente de fantasia? Fonte: Bruno Carmelo – Papo de Cinema Em Edifício Gagarine, os diretores Fanny Liatard e Jérémy Trouilh exploram múltiplos olhares a um acontecimento real: a implosão da Cité Gagarine, prédio construído pelo […]

Fonte: Marcelo Müller – Papo de Cinema É revigorante assistir a filmes empenhados em expandir os limites da linguagem, dispostos a subverter determinadas lógicas do cinema narrativo, ou seja, do mais comercialmente aceito porque ocupado “pura e simplesmente” em contar uma história. Entretanto, essa busca desenfreada por inovações, inquietudes e rupturas pode nos turvar a […]